O Chef Ricardo Gonçalves

Foi na Força Aérea, entre a disciplina rigorosa e o ritmo dos dias marcados pelo tempo, que nasceu o respeito pelo alimento e pelo gesto certo. O que começou como função transformou-se em vocação, e a vocação levou-o à formação profissional, onde aprendeu, cresceu e, durante cinco anos, ensinou outros a cozinhar.

Passou por hotéis que lhe deram técnica, precisão e carácter, lugares onde o detalhe é lei e o erro ensina. Mais tarde, no Grupo Avillez, a cozinha ganhou identidade própria. Chefiar o Café Lisboa foi mais do que liderar uma equipa – foi compreender que cada prato carrega história, intenção e memória. Vieram depois outros restaurantes, novas responsabilidades e o encerramento de um ciclo como supervisor do Grupo Capricciosa.

Mas havia um chamamento antigo.

O Alentejo. A terra. A raiz.

Mudou-se por amor à gastronomia alentejana e às origens que nunca o abandonaram. Uma cozinha feita de tempo, silêncio e verdade. Hoje, em cada prato que confeciona, leva consigo tudo o que viveu: técnica apurada, respeito pelo produto e emoção contida. Cozinha como quem conta histórias, porque acredita que a comida é memória servida à mesa.

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